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domingo, 9 de outubro de 2011

'Amizade Colorida'

Sabe o que o longa ‘Sexo Sem Compromisso’ tem em comum com o filme ‘Amizade Colorida’?

Ambos tem o mesmo assunto, mas existe várias diferenças entre um e outro. Primeira de todas é a ótima produção, seguido da direção de Will Gluck, uma boa trilha, fotografia impecável, além de uma grande química entre Mila Kunis e Justin Timberlake. E nem adianta acusar ‘Amizade Colorida’ de plagiar ‘Sexo Sem Compromisso’. Bem antes desses dois longas, muitos outros abordaram o tradicional tema da relação sexual sem afeto ou dos limites da transa sem envolvimento emotivo. E outro detalhe é que ‘Amizade Colorida’ foi exibido nos EUA primeiro, diferente da distribuição daqui.

Jamie (Mila Kunis) é uma jovem recrutadora de talentos que vive em Nova York, ela convence Dylan (Justin Timberlake), um jovem em potencial a deixar seu emprego em São Francisco para trás e aceitar um emprego na Big Apple. Apesar de haver uma atração mútua, ambos percebem que tudo de que eles estão fugindo é de um relacionamento e decidem se tornar amigos... Com benefícios. Só sexo e nada de compromisso sério. Para ambos é o arranjo perfeito até então.

Lendo a sinopse você pensa: “mais um história sobre amizade e sexo que não vale a penar ver de novo, pois o resultado final é óbvio!”. Até aí tudo bem, o clichê está presente em todos os momentos, o roteiro é bom mas tem seus buracos com piadinhas que realmente já deu. Porém, ‘Amizade Colorida’ tem como objetivo mostrar esse assunto explicando de uma forma mais clara, mais divertida e mais realista do que já vimos antes no filme de Ivan Reitman.

Um outro ponto forte desse longa está no elenco, além da ótima química de Mila Kunis e Justin Timberlake, temos a honra de rir muito com a ótima presença de Patricia Clarkson fazendo a mãe de Kunis, ela realmente está perfeita em mais um trabalho. Em certo momento chega a roubar a cena da filha e até mesmo do casal. Richard Jenkins também é figura conhecida no elenco. Ele faz o pai de Timberlake, em um assunto paralelo que ajuda a fugir da mesmice no roteiro. Seu personagem sofre de mal de Parkinson.

Sem dúvida temos um filme interessante. Por outro lado, se faz dos clichês das comédias românticas o principal alimento, ‘Amizade Colorida’ também sucumbe a eles. Isso mostra que em vez de bater na tradição, o filme quer é se inserir nela, ganhar um selo de respeitabilidade, mesmo que mascare suas intenções com as piadas. Resultando em um mero humor e interação.

Há um vácuo, porém, entre a interação dos protagonistas e a eficiência dos diálogos com a direção e o que a câmera conta. É assustador esse entendimento do cinema de entretenimento que abdica de qualquer tentativa em narrar pelos enquadramentos, encenação etc. Nesse sentido, a direção é medíocre na mesma intensidade de ‘Quero Matar Meu Chefe’.

Até a primeira metade, ‘Amizade Colorida’ se sai muito bem brincando com Hollywood e até com Katherine Heigl em ‘A Verdade Nua e Crua’. Já na segunda metade, o filme se enquadra como uma típica comédia romântica, recuperando-se em momentos pontuais (como a vívida participação de Richard Jenkins).

Resumindo: é um bom filme, divertido no texto, fraco como cinema e muito melhor que ‘Sexo Sem Compromisso’.


Nota: 7.5
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'Amizade Colorida'




Título original: (Friends with Benefits)
Lançamento: 2011 (Estados Unidos)
Direção: Will Gluck
Roteiro: Keith Merryman, David A. Newman e Will Gluck, baseados em história de Harley Peyton, Keith Merryman e David A. Newman
Produção: Will Gluck, Jerry Zucker, Janet Zucker, Martin Shafer e Liz GlotzerDuração: 109 min
Gênero: Comédia Romântica
Estúdio: Screen Gems Castle Rock Entertainment Olive Bridge Entertainment Zucker Productions
Distribuidora: Screen Gems (Estados Unidos)


Elenco:

Justin Timberlake (Dylan)
Mila Kunis (Jamie)
Patricia Clarkson (Lorna)
Emma Stone (Kayla)
Jenna Elfman (Annie)
Richard Jenkins (Sr. Harper)
Woody Harrelson (Tommy)
Bryan Greenberg (Parker)
Nolan Gould (Sam)
Andy Samberg (Quincy)
Shaun White (o próprio - ator)
Andrew Fleming (Motorista)
Courtney Henggeler (Aeromoça)
Masi Oka (Darin Arturo Morena)
Tiya Sircar (Recepcionista)
Christopher T. Wood (Ira Ungerleider)
Lili Mirojnick (Laura)
Chike Johnson (Motorista de táxi)
Angelique Cabral (Pam Niborski)
Jerry Hyman (Caricaturista)


Curiosidades:

- O filme anterior do diretor Will Gluck, 'A Mentira' (2010), também foi protagonizado por Emma Stone, tendo Patricia Clarkson no papel de mãe dela;

- Filmado em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos;

- A atriz Jenna Elfman voltou a trabalhar quatro meses depois do nascimento de seu filho;

- O título original 'Friends of Benefits' foi motivo de uma pequena polêmica entre os estúdios Screen Gems e Paramount. Um projeto chamado Fuckbudies iria mudar seu título para 'Friends with Benefits', mas a Screen Gems já tinha registrado o nome primeiro, retando para o estúdio perdedor a opção de adotar 'No Strings Attached', lançado no Brasil como 'Sexo Sem Compromisso' (2011), estrelado por Ashton Kutcher e Natalie Portman;

'Sexo Sem Compromisso'

Não sou fã de Natalie Portman e muito menos do Ashton Kutcher, o que me atraiu a atenção para assistir ‘Sexo Sem Compromisso’, foi a presença de Ivan Reitman na direção, diretor responsável pelo ótimo ‘Evolução’ e ‘Minha Super Ex Namorada’. O que tenho a dizer é que houve uma época em Hollywood em que a possibilidade de um estúdio financiar um filme com a premissa desse longa seria impensável, ou pouco provável. A sempre alerta moralidade estadunidense receberia escandalizada uma produção cuja questão proposta é: seria possível fazer sexo regularmente com um amigo sem se envolver afetivamente?

Pois bem, o longa mostra Adam (Ashton Kutcher), um assistente de produção de uma série musical que ainda sente o fato de ter sido chutado por Vanessa (Ophelia Lovibond), sua namorada por oito meses. Para piorar a situação, ele descobre que ela é a nova namorada de seu pai, Alvin (Kevin Kline), um astro da TV. Desejando esquecê-la e seguir em frente, ele fica bêbado e, em seguida, liga para todas as mulheres que tem no celular, no intuito de encontrar companhia. Quem responde o apelo é Emma (Natalie Portman), uma jovem médica com quem encontrou algumas vezes, anos atrás. Adam vai a casa dela e eles acabam transando. Como Emma não deseja ter um relacionamento sério, já que teme sofrer, propõe a Adam que se encontrem tendo o sexo como único objetivo. Ele topa, mas, com o tempo, novos sentimentos florescem entre eles.

Pois é, estamos em pleno século 21 e tratar do tema não é mais problema. Pode-se falar de tudo no cinema americano. E, sem patrulha moral. Depois de alguns flashbacks tolos no inicio do longa, ficamos sabendo com quem que Emma e Adam se cruzaram ao longo dos últimos 15 anos (em geral em circunstâncias embaraçosas ou pouco críveis).

Com o roteiro politicamente correto ao que oferece, o longa vai seguindo todas as leis que o clichê do gênero sugere. Seguindo as convenções padrão das Comédias Românticas que não arriscam acrescentar nada de novo ou inesperado ao espectador. O roteiro mostra pouca inspiração. Não que o longa seja ruim. Mas é cruel ver a atuação da estreante Elizabeth Meriwether, cheio de diálogos longos e fictícios – é surpreendente como a autenticidade e senso de credibilidade são artigos desprezados em filmes do gênero - aliando-se à direção pouco sensível de Ivan Reitman para nos apresentar o que nosso detector de obviedades já antecipou.

Como iniciei o texto minha opinião sobre Ashton Kutcher, devo reconhecer que Kutcher está no caminho certo se tratando do gênero, ajudando um pouco o lado da direção. No entanto, ‘Sexo Sem Compromisso’ não é, de forma alguma, o que de pior se vê por aí quando o assunto é comédia romântica. Existe alguns bons momentos sim. Algumas fagulhas aparecem para animar. Mas as labaredas não vêm, fazendo com que o espectador tenha de se contentar mesmo com o fogo de palha.

Porém, não posso nem pensar em terminar essa crítica sem dar um destaque para Natalie Portman, que acabou de receber (merecidamente) um Oscar por sua atuação em ‘Cisne Negro’. Não sou fã, mas é bom vê-la na tela. Segura e eficiente, mesmo quando obrigada a fazer cenas infelizes. Não há química no casal formado por ela e Kutcher. Culpa de Kutcher.

Mas recomendo esse longa, alertando que o filme não mostra nada além do que tenta oferecer.


Nota: 5
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'Sexo Sem Compromisso'




Título original: (No Strings Attached)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: Ivan Reitman
Roteiro: Elizabeth Meriwether
Produção: Ivan Reitman, Joe Medjuck e Jeffrey Clifford
Duração: 108 min.
Gênero: Comédia Romântica
Estúdio: Paramount Pictures Spyglass Entertainment Handsomecharlie Films Katalyst Films The Montecito Picture Company
Distribuidora: Paramount Pictures (EUA) Paramount Pictures Brasil


Elenco:

Natalie Portman (Emma)
Ashton Kutcher (Adam)
Kevin Kline (Alvin)
Ophelia Lovibond (Vanessa)
Cary Elwes (Dr. Metzner)
Lake Bell (Lucy)
Ludacris (Wallace)
Greta Gerwig (Patrice)
Olivia Thirlby (Katie)
Tim Matheson (Pai de Eli)
Jake M. Johnson (Eli)
Mindy Kaling (Shira)
Talia Balsam (Sandra Kurtzman)
Ben Lawson (Sam)


Curiosidades:

- Filmado inteiramente na Califórnia, com locações em Santa Barbara, Beverly Hills, Los Angeles e também nos estúdios da Paramount;

- O título original de 'Sexo Sem Compromisso' era "Friends With Benefits", mas a produção teve que alterá-lo porque já existia um outro filme com este título, estrelado por Mila Kunis e Justin Timberlake.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

'O Homem do Futuro'

As produções nacionais quando quer fazer direito, faz muito bem feito. Com certo tom de filme americano produzido fora de Hollywood, com suas virtudes e defeitos ‘O Homem do Futuro’ é um exemplo vivo de que filmes nacionais não precisam de violência ao extremo e muitos palavrões. Mesmo sendo uma Comédia Romântica bem previsível, o longa do diretor Claudio Torres não deixa a desejar em momento algum.

A história é focada em Zero (Wagner Moura), ele é um cientista amargurado pela humilhação sofrida pelo amor de sua vida, Helena (Alinne Moraes), quando ainda estavam na faculdade. Acidentalmente ele cria uma máquina do tempo e vai parar em 22 de novembro de 1991, à data da festa onde foi humilhado e respectivamente a data exata em que sua vida começou a ruir. Ele aproveita a oportunidade para encontrar sua versão mais jovem, de forma a ajudá-la a se tornar uma pessoa bem sucedida, e com Helena, no futuro. Zero retorna ao presente totalmente modificado e percebe uma realidade a qual não acreditava ser possível.

Pensou ou lembrou em ‘De Volta Para o Futuro’? Bom, não foi à toa, já que algo parecido acontece com Marty McFly em suas corridas pelo tempo a bordo do famoso Delorean. Não é a única semelhança. A primeira versão de Zero tem um ar de cientista maluco que lembra o Doc Brown de Christopher Lloyd, (só que mais raivoso). O longa dirigido por Robert Zemeckis nitidamente serviu como fonte de inspiração, também por ter se tornado o filme padrão quando se pensa em viagens no tempo. Nada mais natural, o cinema está repleto de citações e homenagens, intencionais ou não.

Wagner Moura como sempre está perfeito em seu papel, mas ah cada expressão de raiva do ator é impossível não lembrar do seu anti-heroi de ‘Tropa de Elite 1 e 2’. Wagner Moura por vezes exagera intencionalmente nos trejeitos de forma que o espectador consegue se identificar, de imediato, qual versão de Zero está em cena naquele momento. Um belo trabalho acompanhado pela linda Alinne Moraes, que, se não brilha tão intensamente, compõe bem o misto da sua beleza e espanto exigido de sua personagem. Por outro lado, há também a péssima atuação de Fernando Ceylão, sempre fora do tom em relação aos seus companheiros de cena. Mas, o que realmente deu muito certo foi à química entre Moura e Aline. O casal protagonista segura com perfeição o decorrer da trama.

O longa agrada em muitos detalhes, mas temos um tom de tortura ao ouvir Aline Morais destruir sem dó uma ótima música do Legião Urbana que sem dúvida, coube como uma luva para o filme. Duas participações especiais que não pode ser esquecido é de Maria Luísa Mendonça e alguns segundos de Gregório Duvivier, que vale a pena ser visto.

Posso afirmar que tudo é muito bem produzido, desde os competentes efeitos especiais até o grandioso cenário construído para o laboratório da máquina do tempo. O figurino ambientando os personagens dos anos 90 e também no futuro alternativo desenhado pelas mudanças provocadas por Zero é muito bem pensada. A trilha sonora é muito boa e bem pop, com destaque para “It’s the End of the World as We Know It (And I Feel Fine...)”, do R.E.M. e "Tempo Perdido" de Legião Urbana. Só que, por outro lado, o roteiro cai nos clichês das comédias americanas, com situações mal explicadas abandonadas no decorrer da trama. O uso da física como meio de provar a existência do amor dá uma falsa sensação de profundidade ao roteiro, apesar da mensagem final bem bacana sobre enfrentar as dificuldades da vida. Os furos presentes quando Zero retorna ao presente incomoda um pouco. As piadas funcionam tornando o longa ainda mais interessante, com uma ótima sequência de cenas.

O Diretor Claudio Torres, mais uma vez conseguiu agradar o espectador, depois do bom ‘Mulher Invisível’ seguida de uma minissérie dirigida por ele mesmo, ele agora mostra mais uma grande obra misturando ficção cientifica com o bom humor de comédia romântica. Para alguns pode até não agradar. Mas ‘O Homem do Futuro’ tem uma produção muito bem caprichada, bom ritmo de comédia romântica, e ostenta dignamente o enorme talento de Wagner Moura. Mas sem tirar o brilho de Alinne Moraes, uma presença linda, marcante, bem vista e bem-vinda no filme.

Recomendo!


Nota: 8



Título original: (O Homem do Futuro)
Lançamento: 2011 (Brasil)
Direção: Cláudio Torres
Roteiro: Cláudio Torres
Produção: Tatiana Quintella e Cláudio Torres
Duração: 106 min.
Gênero: Comédia Romântica/Ficção Cientifica
Estúdio: Conspiração Filmes / Paramount Pictures / Globo Filmes / TeleImage
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil


Elenco:

Wagner Moura (Zero)
Alinne Moraes (Helena Hope)
Maria Luísa Mendonça (Sandra)
Gregório Duvivier (Pedestre)
Fernando Ceylão (Otávio)
Jean Pierre Noher (Mayer)
Gabriel Braga Nunes (Ricardo)
Rodolfo Bottino


Curiosidades:

- 'O Homem do Futuro' foi o último filme contemplado no segundo Edital de 2009 e recebeu aporte de R$ 1.4 milhão;

- As filmagens duraram cerca de cinco semanas e foram usadas locações em Paulínia, Campinas, ambas em São Paulo, e no Rio de Janeiro;

- Durante as filmagens em Paulínia a equipe de produção (cerca de 100 pessoas) teve que se dividir, hospedando-se também em Campinas por falta de hotéis;

- Para a sequência de uma festa do filme foram selecionados mais de 400 figurantes;

- 'O Homem do Futuro' teve orçamento estimado de R$ 7 milhões;

segunda-feira, 7 de março de 2011

Esposa de Mentirinha

Depois do fraco ‘Gente Grande’, o ator Adan Sandler (que também foi produtor e roteirista) e o diretor Dennis Dugan se redimiram com a ótima comédia romântica ‘Esposa de Mentirinha’, alem de ser o protagonista, Sandler esta só na produção dessa vez, mas pode-se dizer que ele começou o ano muito bem. Não só pelo fato do filme ser muito bom, mas também pelo fato de atuar ao lado das belas Jennifer Aniston e Nicole Kidman.

Danny Maccabee (Adam Sandler) queria um relacionamento sério, mas foi infeliz em sua tentativa de casamento. Para driblar a carência, passa a vivenciar somente transas sem o menor compromisso. Assim, ele toca sua vida como cirurgião plástico bem sucedido, tendo sua melhor amiga Katherine Murphy (Jennifer Aniston), mãe solteira de um casal de pirralhos, como fiel escudeira. Mas um dia ele conhece a jovem Palmer (Brooklyn Decker) e a paixão toma conta de ambos. Disposto a se casar com ela, Danny pisa na bola quando, para conquistá-la, inventa que é marido da amiga, pai das crianças e que vai se separar. Começa então uma verdadeira aventura amorosa recheada de confusões de todos os tipos.

Adam Sandler é conhecido em todos os seus filmes, interpretar sempre o mesmo tipo de personagem: um cara amigo de todos, um pouco grosseiro e tal, em outras palavras, o sujeito boa praça. Segundo os bastidores de Hollywood, nada diferente do que ele é na vida real.

O longa funciona bem não só pelo ótimo time de atores, como pelo roteiro muito bem amarrado, e uma trilha sonora perfeita, como em todos os filmes de Adam Sandler, chega até ah ser dito uma frase no filme que o ator não escuta nada depois de 1995, e isso faz um certo sentido mesmo. Mas o foco não está só em Sandler, pois, Jennifer Aniston, como sempre linda e leve, mostra o seu bom humor, e a química dos dois acabou resumindo em uma ótima comédia romântica.

Como todos os filmes do gênero, não estamos livres dos clichês, mas chega a fica despercebidos com as ótimas piadas e cenas hilárias, sem dizer dos ótimos comentários maldosos da dupla com referencia as modas dos dias de hoje, algumas clássicas como: “my precious” de ‘O Senhor dos Anéis’, para se referir a aliança de casamento, e até mesmo sobre ‘A Profecia’, ‘O Poderoso Chefão’, ‘Babe’e ’Avatar’, mas as modinhas insuprtaveis também é alvo e Miley Cyrus e Justin Biber são vítimas também, onde rende muitas risadas.

E claro que não posso deixar de falar sobre ah diva Nicole Kidman que ao lado de Sandler e Aniston mostrou uma ótima atuação, em meio de provocações e competições, as duas juntas estrelam uma das melhores cenas do filme pela disputa de uma dança, onde envolve muita diversão e sensualidade de ambas.

Enfim, para todos os fãs de Sandler que se decepcionaram com o filme ‘Gente Grande’, (como eu), tai um ótimo filme para fazer as pazes com o ator. Recomendo para todos, é claro, as piadas de Adam Sandler, continua ótimas e grosseiras, envolvendo sexo, homossexualismo e por aí vai.


Nota: 7



Título original: (Just Go With It)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: Dennis Dugan
Roteiro: Allan Loeb e Timothy Dowling, baseado em roteiro de I.A.L. Diamond
Duração: 107 min
Gênero: Comédia Romântica
Distribuidora: Columbia Pictures


Elenco:

Adam Sandler (Danny Maccabee)
Jennifer Aniston (Katherine Murphy)
Nicole Kidman (Devlin Adams)
Minka Kelly (Joanna Damon)
Bailee Madison (Maggie)
Dave Matthews (Ian Maxtone-Jones)
Brooklyn Decker (Palmer)
Kevin Nealon (Adon)
Rachel Specter (Lisa Hammond)
Elena Satine (Christine)
Keith Middlebrook (Rick North)
Rakefet Abergel (Rachel Maccabee)
Dana Goodman (Dama de honra)
Elena Kolpachikova (Katya)
Antoinette Nikprelaj (Katja)
Michael Laskin (Sr. Maccabee)


Curiosidades:

- É o 6º filme em que o diretor Dennis Dugan e o ator Adam Sandler trabalham juntos. Os anteriores foram Um Maluco no Golfe (1996), O Paizão (1999), Eu os Declaro Marido e... Larry (2007), Zohan - O Agente Bom de Corte (2008) e Gente Grande (2010);

- Apesar de se conhecerem há 20 anos, bem antes de se tornarem famosos, este é o primeiro trabalho juntos entre Adam Sandler e Jennifer Aniston;

- A estreia do filme nos cinemas americanos foi no dia 11 de fevereiro de 2011. Trata-se da data de aniversário de Jennifer Aniston, que atua no filme;

- Inicialmente o filme foi intitulado de 'Pretend Wife' (Esposa de Mentira).

- A Happy Madison, de Sandler, fica encarregada da produção. Allan Loeb (Quebrando a Banca) e Tim Dowling (Faça o que eu Digo, Não Faça o que eu Faço) roteirizam.

- Refilmagem de Flor de Cacto (1969).