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sexta-feira, 22 de julho de 2011

IT: Uma Obra Prima do Medo

Lembro como se fosse hoje a primeira vez que assisti o meu primeiro filme de terror e para a minha sorte e azar foi ‘IT: Uma Obra Prima do Medo’. Sorte por ser meu primeiro filme de terror e se tratar de uma adaptação de Stephen King, na época eu nem sabia quem era, mas descobri no ano seguinte e desde então virei fã de tudo que ele escreve. Porém, para o meu azar, eu tinha apenas 7 anos na época que assisti e esse filme foi o responsável pelo meu medo por palhaços. E desde então prometi que nunca mais iria ver novamente.

Pois bem, se passaram muitos anos da primeira e última vez que assisti ao longa que foi considerado pela crítica mundial como a mais bem sucedida adaptação de um livro de Stephen King, e acabei achando, tomei coragem e assisti novamente. Mas percebi que o meu pavor pelo filme se foi (menos meu medo de palhaço, isso é eterno), e aqui estou super feliz por poder falar um pouco sobre esse filme que marcou minha infância e creio que de muitos.

Esse longa que faz jus ao nome, sendo uma verdadeira obra prima, nos apresenta Derry, no Maine, uma pacata cidade que foi aterrorizada 30 anos atrás por um ser conhecido como "A Coisa". Suas vítimas eram crianças, sendo que se apresentava na maioria das vezes como o palhaço Pennywise. Com esta forma ele reaparece, 30 anos depois. Quem sente sua presença é Michael Hanlon (Tim Reid), um bibliotecário e único de um grupo de sete amigos que continuou morando em Derry. Assim ele liga para Richard Tozier (Harry Anderson), Eddie Kaspbrak (Dennis Christopher), Stanley Uris (Richard Masur), Beverly Marsh Rogan (Annette O'Toole), Ben Hanscom (John Ritter) e William Denbrough (Richard Thomas), pois todos os sete quando jovens viram "A Coisa" e juraram combatê-la caso surgisse outra vez. Porém este juramento pode custar suas vidas.

Nesse verdadeiro épico, o autor brinca com múltiplos personagens, cronologias paralelas e sobrepostas, além de temas socioculturais como a infância e o envelhecimento, entre muitos outros. A trama é muito envolvente, onde o passado e presente dialogam de forma perfeita, King ofereceu a seus leitores não apenas o mais violento épico de terror que já produziu, como também uma ótima história sobre amor, amizade e esperança.

A tarefa para adaptar o romance de Stephen King coube a Lawrence D. Cohen e Tommy Lee Wallace (que ganhou projeção com ‘A Hora do Espanto 2’ (Fright Night 2) de 1988) que conseguiu fazer 192 minutos de puro terror e suspense com sequência de cenas capaz de deixar qualquer ser vivo de cabelo em pé.

O Ator Tim Curry, foi o responsável em dar vida para o papel do palhaço Pennywise, e nem preciso dizer a perfeição que resultou. O roteiro mais do que bem amarrado nos envolve no drama a cada cena que temos a aparição do monstro. Deve-se reconhecer que reduzir um livro de quase 800 páginas a um filme de 192 minutos não é tarefa fácil, principalmente tratando-se de uma história tão complexa como a de "IT", e naturalmente tem que deixar de fora vários elementos da obra original e mesmo assim manter a espinha dorsal da mesma. Quem já leu o livro sentiu falta de várias coisas no filme, porém, a caracterização de Pennywise é realmente assustadora e consegue manter a atenção todo o tempo.

O que se deve lembrar para quem nunca assistiu, é que esse filme já tem 21 anos, então não espere os efeitos especiais dignos e nem um romance bobo no decorrer da trama, as imagens não são tão dignas, mas é perfeito para um filme dos anos 90.

Recomendo mais esse grande clássico que marcou várias gerações e que ainda pode marca, por na verdade, os filmes de terror estão a cada dia extintos. Mais um bom motivo para você não perder tempo e adicionar mais esse para sua coleção.


Nota: 9
Download:
‘IT: Uma Obra Prima do Medo’



Título original: (It)
Lançamento: 1990 (EUA)
Direção: Tommy Lee Wallace
Roteiro: Lawrence D. Cohen e Tommy Lee Wallace, baseado em livro de Stephen King.
Produção: Mark Bacino
Duração: 192 min.
Gênero: Terror
Estúdio: Warner Bros. Television / Lorimar Television / Green/Epstein Productions / Konigsberg/Sanitsky Company
Distribuidora: Warner Bros. Television


Elenco:

Seth Green (Richard Tozier - 12 anos)
Harry Anderson (Richard / Trashmouth' Tozier)
Dennis Christopher (Eddie Kaspbrak)
Richard Masur (Stanley Uris)
Annette O'Toole (Beverly Marsh Rogan)
Tim Reid (Michael Hanlon)
John Ritter (Ben Hanscom)
Richard Thomas (William Denbrough)
Tim Curry (Robert Gray / Pennywise / A Coisa)
Jonathan Brandis (William Denbrough - 12 anos)
Brandon Crane (Ben Hanscom - 12 anos)
Adam Faraizl (Eddie Kaspbrak - 12 anos)
Ben Heller (Stanley Uris - 12 anos)
Emily Perkins (Beverly Marsh - 12 anos)
Marlon Taylor (Michael Hanlon - 12 anos)
Jarred Blancard (Henry Bowrs - 14 anos)
Olivia Hussey (Audra Phillips Denbrough)
Michael Cole (Henry Bowers)
Sheila Moore (Sonya Kaspbrak)
Florence Patterson (Gray Kersh)
Claire Brown (Arlene Hanscomb)


Curiosidades:

- Originalmente possuía 187 minutos;

- no Brasil o filme ficou com 157 minutos;

- Feito para a TV norte-americana.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Era Uma Vez no Oeste

Em 1969 o diretor Sergio Leone, conhecido por ótimos filmes de Faroeste, dirigiu o longa ‘Era Uma Vez no Oeste’, uma verdadeira obra prima, com um elenco formidável, com direito a tudo que um verdadeiro Western tem direito. Esse foi um dos melhores faroestes já feitos, sem contar que é bem diferente dos demais que Leone já apresentou. Esse é um dos diretores que deixou saudade.

O longa já começa em alto estilo, mostrando mais um dia de sol intenso no velho Oeste, três homens com longas capas bege aguardam a chegada do trem em sua estação. Não querem bilhetes, mas também não pretendem viajar. De arma em punho, eles apenas esperam, no mais puro tédio que resume a palavra. Um está embaixo de uma goteira, bebendo a água que se acumula em seu chapéu. Outro brinca com uma mosca, que passeava por sua barba por fazer. O terceiro cospe no chão. O vento. A expectativa. O apito. Ele anuncia que a espera chegara ao fim. Os três tomam posição estratégica, aguardando alguma coisa. Ou alguém. Engatilham suas armas e, mais uma vez, esperam. O trem descarrega os itens que para ali se destinam, mas ninguém desce. Os homens observam atentos. Nada. Novamente o apito e o trem começa a andar, partindo. Os homens abaixam suas armas e viram as costas. Nesse momento, ouve-se o som de uma gaita. Eles param e viram-se rapidamente, com as armas novamente em punho. Assim que o trem termina de passar, um homem revela-se por detrás dele, do outro lado do trilho. Ele tem uma gaita em mãos.

Tudo isso acontece nos primeiro 15 minutos. Porém, é tudo acompanhado pela clássica trilha sonora de um verdadeiro filme de faroeste, nada além disso, nem um diálogo é feito mesmo.

Entrando na história, o longa mostra o barão ferroviário Morton (Gabrielle Ferzetti), ele contrata um temido pistoleiro, Frank (Henry Fonda), para afugentar a família de Brett McBain (Frank Wolff), donos da terra que será valorizada com a chegada da estrada de ferro. Mas o bando do pistoleiro decide massacrar a família e depois plantar evidências contra o bando de Cheyenne (Jason Robards), um bando de fora-da-lei. Nesse meio tempo chega à cidade Jill (Claudia Cardinale), vinda do leste, ela foi uma prostituta e revela ser ah senhora McBain, e por tanto as terras ainda tem dono. Ela recebe a proteção do misterioso Gaita (Charles Bronson), ele é rápido no gatilho e faz parceria com Cheyenne. Mas Gaita tem contas a ajustar com o temido matador Frank.

‘Era uma vez no Oeste’ é um filme muito mais plástico que os outros de Leone, ele é um drama ambientado no Velho-Oeste, onde acontece uma história muito mais profunda, sem humor e com violência menos explícita que em seus outros filmes, mas essas não são necessariamente características ruins. São apenas diferentes. Até mesmo o jeitão do “Gaita” não combina com o favorito do diretor Clint Eastwood. Ele não é irônico, canastrão e nem brinca com a cara das pessoas. Ele é apenas um tremendo grosso que impõe a sua força quando necessário, calado e de atitude. Em Charles Bronson o diretor encontrou a pessoa certa para combinar boa atuação com o perfil que o personagem exigia.

O filme consegue te prender de uma forma inexplicável e ao mesmo tempo bem tensa em todos os momentos, o jeitão calado e frio do protagonista te deixa atento para saber ou tentar adivinhar o seu próximo passo, enquanto o espectador tenta descobrir o porque dele responder o nome de tantos homens mortos quando o seu verdadeiro nome é perguntado.

Sem contar que o longa consegue levar o segredo da vingança que o personagem de Charles Bronson planeja contra Frank - interpretado por Henry Fonda – até o último segundo do filme, com direito ao estilo de um clássico duelo onde só o mais rápido no gatilho vai sair vivo.

A atuação da bela Claudia Cardinale (Jill Brett McBain), é de hipnotizar, mas não só pela beleza dela, como o jeito que ela leva a sua personagem, pois o espectador só descobre que ela é um ex prostituta muito depois de muita coisa já ter rolado durante a trama. Já a Jason Robards (Cheyenne), mostra um fora-da-lei bem diferente e justo, levando seu personagem em um certo humor muito bem encaixado.

O roteiro muito bem amarrado dispensa comentários, pois o filme todo é seguido com diálogos que não tropeça em momento algum, mas isso já é uma marca registrada para quem conhece o trabalho do inesquecível Sergio Leone.

Esse é mais um que eu recomendo, além de recomendar todos desse diretor que nunca errou na mão quando o assunto era Western.


Nota: 10
Download: ‘Era Uma Vez no Oeste’



Título original: (C'era una Volta il West)
Lançamento: 1969 (Itália, EUA)
Direção: Sergio Leone
Roteiro: Sergio Donati e Sergio Leone, baseado em estória de Dario Argento, Sergio Leone e Bernardo Bertolucci.
Duração: 166 min.
Gênero: Western
Estúdio: Paramount Pictures / Rafran Cinematografica / San Marco Production
Distribuidora: Paramount Pictures / UIP


Elenco:

Henry Fonda (Frank)
Claudia Cardinale (Jill McBrain)
Jason Robards(Cheyenne)
Charles Bronson (Homem)
Frank Wolff (Brent McBain)
Gabriele Ferzetti (Morton)
Paolo Stoppa (Sam)
Jack Elam (Knuckles)
Woody Strode (Stony)
Lionel Stander (Barman)
Keenan Wynn (Xerife)


Curiosidades:

- As filmagens externas foram realizadas em Monument Valley, nos Estados Unidos, locação costumeira de John Ford, e no deserto de Almeria, na Espanha. Já as filmagens internas foram feitas nos estúdios de Cinecittà, em Roma. Considerado lento pela crítica e pelo público, ‘Era Uma Vez no Oeste’ foi um fracasso de bilheteria. O filme só foi reconhecido mais tarde, e hoje é aclamado por muitos como um dos melhores Westerns de todos os tempos;

- Houve um erro na tradução do título original para o inglês, e, conseqüentemente, para o português. O título em italiano, "C'era Una Volta Il West", significa "Era Uma Vez O Oeste", ou seja, o fim do Oeste como era conhecido, que foi destruído pelo progresso;

- O ator Henry Fonda inicialmente recusou o convite do diretor Sergio Leone para estrelar ‘Era Uma Vez no Oeste’. Fonda apenas aceitou participar do filme após o próprio Sergio Leone viajar para os Estados Unidos e convencê- lo a estrelar o longa;

- Originalmente era a intenção do diretor Sergio Leone que Clint Eastwood interpretasse o personagem que acabou ficando com Charles Bronson;

- O diretor Sergio Leone pretendia que os três protagonistas de ‘Três Homens em Conflito’, Clint Eastwood, Lee Van Cleef e Eli Wallach, aparecessem em uma pequena ponta no segmento logo no início do filme, mas como Eastwood não estava disponível no período das filmagens esta idéia acabou sendo arquivada;

- Al Mulock, que interpretou um dos três atiradores que aparecem na sequência de abertura do filme, se suicidou em pleno set de filmagens;

- Os créditos do filme são mostrados no decorrer dos 14 minutos iniciais de ‘Era Uma Vez no Oeste’;

- Algumas versões americanas do longa possuem 20 minutos a menos que a versão original, excluindo diversas cenas do filme como todas as que aparecem o personagem de Lionel Stander;

- ‘Era Uma Vez no Oeste’ é a primeiro filme da trilogia feita pelo diretor Sergio Leone sobre a América. Os demais filmes foram ‘Quando Explode a Vingança’ (1972) e ‘Era uma Vez na América’ (1984).

domingo, 7 de novembro de 2010

A Origem (Inception), 2010

Christopher Nolan não é um simples diretor, ele sabe como fazer um filme, aliás, ele sabe como fazer o filme, A Origem (Inception), 2010, é realmente incrível, o elenco é perfeito, a história é ótima, e um roteiro excepcional, Nolan mais uma vez me deixou de “boca aberta”.

Até agora tenho que dizer que sou muito fã desse diretor, seu currículo ainda pode ser pequeno, mas pode ter certeza que vamos ouvir falar muito de Christopher Nolan de hoje em diante, seu trabalho é genial, sem dúvida nenhuma, é uma mente do cinema atual.

A Origem é o filme do ano, e me arrisco a dizer que esse filme é um forte candidato a ser o filme da década e por que não ao próximo Oscar. Quem gosta de filmes inteligentes, com muita ação, esse é o filme mais indicado, é realmente um filme que vai sugar toda a sua atenção para todos os detalhes. Sua mente vai ser a cena do crime.

Leonardo DiCaprio está em sua melhor atuação nesse filme, em minhas palavras esse é o melhor de sua carreira toda, mas é injustiça destacar apenas ele, o elenco todo está ótimo, Marion Cotillard (Nine) , Joseph Gordon-Levitt (500 Dias Com Ela) , Ellen Page (Juno) , Ken Watanabe (Memórias de Uma Gueixa).

Em um mundo onde é possível entrar na mente humana, Cobb (Leonardo DiCaprio) está entre os melhores na arte de roubar segredos valiosos do inconsciente, durante o estado de sono. Além disto ele é um fugitivo, pois está impedido de retornar aos Estados Unidos devido à morte de Mal (Marion Cotillard). Desesperado para rever seus filhos, Cobb aceita a ousada missão proposta por Saito (Ken Watanabe), um empresário japonês: entrar na mente de Richard Fischer (Cillian Murphy), o herdeiro de um império econômico, e plantar a ideia de desmembrá-lo. Para realizar este feito ele conta com a ajuda do parceiro Arthur (Joseph Gordon-Levitt), a inexperiente arquiteta de sonhos Ariadne (Ellen Page) e Eames (Tom Hardy), que consegue se disfarçar de forma precisa no mundo dos sonhos.

Me arrependo de não ter assistido esse filme no cinema, cheguei a ver muitas criticas positivas sobre o mesmo, e pode ter certeza que todas são verdadeira, sem duvida já é um clássico, o primeiro de muito que Nolan ainda vai dirigir.

Mais que realizar um simples obra-prima, Christopher Nolan vai contra essa maré do 3D, (a qual particularmente falando sou contra), mais uma vez ele provou que para fazer um excelente filme visual e sem deixar nenhum argumento de lado, não é preciso um 3D. Muita atenção e prepare-se para ver uma obra prima com efeitos especiais a serviço da criatividade e do bom gosto. Realmente é imperdível!

Emfim, Nolan chegou para fazer filmes de verdade, mas sem subestimar nossa inteligência, recomendo, A Origem é um filme para ver, rever e ver de novo, de novo, de novo e de novo.


Nota: 10









Leonardo DiCaprio (Cobb)
Marion Cotillard (Mal)
Joseph Gordon-Levitt (Arthur)
Ellen Page (Ariadne)
Ken Watanabe (Saito)
Cillian Murphy (Fischer)
Tom Berenger (Browning)
Michael Caine (Professor)
Lukas Haas (Nash)
Tohoru Masamune (Segurança)
Tom Hardy (Eames)

sábado, 23 de outubro de 2010

Cães de Aluguel, 15 anos de um grande marco

Não tenho nem palavras quando falo de um dos diretores que mais admiro, dessa vez estou me referindo ao grande diretor Quentin Tarantino com o clássico: Cães de Aluguel (Reservoir Dogs), 1992. Há alguns dias atrás comprei a edição especial de 15º aniversário desse longa, nunca tinha assistido, mas como se trata de uma obra de Tarantino, sabia que não iria me arrepender, e foi o que aconteceu, um grande filme, com a cara de Quentin Tarantino, um filme violento e com uma ótima história, e com grandes nomes no elenco, Quentin está no elenco também, alem de dirigir o longa, mas conta com os atores de estilo, como Harvey Keitel (O Piano), Tim Roth (Na Contra-Mão), Steve Buscemi (Ghost World) e Michael Madsen (Kill Bill).

Seis criminosos são recrutados para realizar um arriscado roubo a uma joalheria. Recrutados por Joe Cabot (Lawrence Tierney), é um criminoso experiente, porém, esses seis criminosos não se conhecem, Joe exige, então, que eles não falem os nomes e nem nada do passado, para isso, cada um recebe um apelido, Mr Blue (Edward Bunker), Mr White (Hervey Keitel), Mr Orange (Tim Roth), Mr Brown (Quentin Tarantino), Mr Blonde (Michael Blonde) e Mr Pink (Steve Buscemi), e é assim que tem que ser. Porém, algo acaba dando errado e a policia aparece, um tiroteio acontece, um dos criminosos é baleado, levado por um companheiro até o ponto de encontro, lá eles encontram um outro membro da equipe, que tem a certeza que existe um traidor entre eles.

Cães de Aluguel é um grande marco do cinema moderno que chegou ao Brasil comemorando 15 anos de lançamento, o roteiro é perfeito, bem bolado, e esse filme tem a marca registrada de Quentin Tarantino. A base do filme chega até a ser confusa, com diálogos longos e bem elaborados, sem contar, que trás uma trilha sonora perfeita, com grandes clássicos dos anos 70, para um bom fã de filmes violentos e de Quentin Tarantino, eu recomendo esse clássico com extras inéditos para sua coleção, vale a pena conferir esse filme com classificação para maiores de 18 anos.

Nota: 10








Harvey Keitel (Mr. White/Larry)
Tim Roth (Freddy Newendyke/Mr. Orange)
Michael Madsen (Vic Vega/Mr. Blonde)
Chris Penn (Eddie)
Steve Buscemi (Mr. Pink)
Lawrence Tierney (Joe Cabot)
Kirk Baltz (Marvin Nash)
Edward Bunker (Mr. Blue)
Quentin Tarantino (Mr. Brown)